Já tem uma aplicação, e correu mal

Prestador desaparecido, projeto parado, código que já ninguém se atreve a tocar. Quase sempre se recupera.

Reconhece alguma destas situações?

Nenhuma é irrecuperável.

  • O seu prestador deixou de responder, ou fechou.
  • A aplicação funciona, mas já ninguém sabe alterá-la.
  • Cada nova funcionalidade parte alguma coisa noutro sítio.
  • Dizem-lhe que é preciso refazer tudo, e não sabe se é verdade.
  • Nem sequer tem a certeza de ter o código na sua posse.
Mãos a apertar uma peça num torno, sobre uma bancada de oficina.

Como procedemos

  1. 01

    Recuperamos o que existe

    O código, os acessos, as contas, os servidores. É a etapa mais penosa, e assumimo-la.

  2. 02

    Olhamos e dizemos-lhe quanto vale

    Em uma a duas semanas recebe um levantamento escrito: o que está são, o que está frágil, o que é perigoso.

  3. 03

    Damos-lhe um veredicto franco

    Retomar, reparar, ou reconstruir: qual, porquê, e quanto custa cada um. Por vezes a resposta honesta é «recomece do zero».

  4. 04

    Retomamos, se quiser

    Nada o obriga a confiar-nos a continuação. O levantamento pertence-lhe.

O que contém o levantamento

Uma dezena de páginas, escritas para um dirigente, não para um programador.

  • O que a aplicação faz realmente hoje, ecrã a ecrã
  • O que está sólido e pode ser mantido tal como está
  • O que está frágil e lhe vai sair caro se nada for feito
  • As falhas de segurança e os dados pessoais mal protegidos
  • Se tem mesmo todo o código, e o que falta caso contrário
  • Três cenários orçamentados: retomar, reparar, reconstruir

O que lhe diremos, mesmo que nos custe

  • Por vezes é mesmo preciso refazer tudo

    Quando a reparação custa mais do que uma reconstrução, mostramos-lhe as contas.

  • Por vezes o seu antigo prestador tinha razão

    Um projeto que descarrilou nem sempre é culpa da equipa anterior. Não procuramos um culpado, procuramos uma saída.

  • Por vezes não se deve fazer nada

    Se a sua aplicação cumpre a função, aconselhá-lo-emos a guardar o orçamento.

As perguntas que nos fazem

Não tenho a certeza de ter o código. O que faço?

É frequente, e é a primeira coisa que verificamos. O código está muitas vezes num servidor esquecido, ou numa conta em nome do seu antigo prestador. Ajudamo-lo a recuperá-lo.

O meu prestador recusa-se a devolver o código. Tem esse direito?

Depende do seu contrato. Se a cessão de direitos lá constar, o código é seu. Caso contrário, exige aconselhamento jurídico: não somos advogados.

Chegam a recusar recuperações?

Sim, quando não serviria os seus interesses. Mais vale um não explicado do que seis meses faturados sobre uma base condenada.

Quanto tempo até o projeto voltar a andar?

O levantamento demora uma a duas semanas. Depois, uma recuperação bem conduzida devolve um ritmo de entregas normal em cerca de um mês.

E se a aplicação estiver escrita numa tecnologia antiga?

Em si, não: muitas aplicações antigas funcionam muito bem. A verdadeira questão é o custo de cada evolução futura — e é isso que o levantamento mede.

O detalhe da auditoria técnica Para a sua equipa técnica — pode saltar.

A auditoria cobre a qualidade e a legibilidade do código, a arquitetura e o seu acoplamento, a cobertura de testes, as dependências obsoletas e as suas vulnerabilidades conhecidas (CVE), a reprodutibilidade do build e da implementação, o estado das migrações de base de dados, a gestão de segredos, a conformidade RGPD dos tratamentos, e a dívida técnica realmente bloqueante — por oposição à que é apenas inestética. Conduzimos regularmente migrações de Cordova e Ionic para Flutter, passagens de Objective-C para Swift e de Java para Kotlin, atualizações de versão maior de Angular, Django ou React Native, e recuperações de projetos sem histórico Git utilizável.

Comecemos pelo levantamento

Descreva a sua situação em poucas linhas. Resposta em 24 h úteis, sem compromisso.

Duas pessoas a conversar à volta de um café, numa mesa clara.