Planeamento e folhas de intervenção para uma PME de terreno

Software de planeamento e folhas de intervenção para uma PME cujas equipas trabalham em deslocação, desde 2024.

PME — manutenção e intervenções no local 2024 → hoje

Em palavras simples

A necessidade
Uma PME geria os seus planeamentos e as suas fichas de intervenção em papel e folhas de cálculo, com técnicos em deslocação todo o dia.
O que entregámos
Um software pensado para ser usado de pé, num corredor ou numa carrinha — e não sentado à secretária.
O que mudou
O planeamento é o mesmo para toda a gente, e uma ficha de intervenção deixa de existir em três versões que se contradizem.
Setor
PME — manutenção e intervenções no local
Período
2024 → hoje
O nosso papel
Conceção e desenvolvimento do software de negócio
Tecnologias

Em resumo

  • Desenvolvimento contínuo desde 2024
  • Concebido para equipas em deslocação, não para um escritório
  • Substitui um funcionamento em papel e folha de cálculo

O contexto

Uma PME cuja atividade assenta em intervenções em casa dos clientes: técnicos na estrada, planeamentos que mudam, folhas de intervenção para preencher no local e levar de volta ao escritório.

Antes do projeto, tudo isto assentava em folhas de cálculo, impressões e telefonemas. Funciona — até certo volume.

O desafio

A armadilha, neste tipo de software, é conceber para quem compra em vez de para quem usa.

O gestor quer visibilidade: onde estão as equipas, o que foi feito, o que falta faturar. O técnico, esse, está de pé, numa casa das máquinas mal iluminada, com uma só mão livre e às vezes sem rede. Se a ferramenta lhe der mais trabalho do que o papel que substituiu, não será usada — e um software de negócio que o terreno contorna não produz nenhum dado fiável.

O que fizemos

  • Uma base Django com o planeamento, as intervenções, os clientes e as folhas.
  • Uma introdução de dados pensada para o terreno: percurso curto, campos reduzidos ao necessário, nada que pressuponha escrita confortável no teclado.
  • Um desenvolvimento iterativo, entregue em pequenos incrementos em vez de uma migração única. Um software de negócio não se especifica corretamente à primeira: são os primeiros usos reais que revelam o que falta e o que nunca servirá.

O resultado

O software está em desenvolvimento contínuo desde 2024 e continua em evolução ativa — o que, numa ferramenta de negócio, é o melhor sinal possível: só se continua a investir naquilo que é usado.

Este projeto ilustra uma convicção simples: num software de terreno, o critério de sucesso não é a riqueza funcional, é a taxa de adoção. Uma funcionalidade que ninguém preenche não vale nada, seja qual for a qualidade do seu código.

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